<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Léo Hackin 0.2c &#187; richmedia</title>
	<atom:link href="http://www.leohackin.com.br/tag/richmedia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.leohackin.com.br</link>
	<description>Eternamente beta, geralmente funcional</description>
	<lastBuildDate>Sun, 29 Aug 2010 00:02:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>[ES] RIA&#039;s pegam por aqui ?</title>
		<link>http://www.leohackin.com.br/2008/07/es-rias-pegam-por-aqui/</link>
		<comments>http://www.leohackin.com.br/2008/07/es-rias-pegam-por-aqui/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 13:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Léo Hackin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[es]]></category>
		<category><![CDATA[ria]]></category>
		<category><![CDATA[richmedia]]></category>
		<category><![CDATA[web20]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://leohackin.com.br/blog/?p=11</guid>
		<description><![CDATA[A sopa de letrinhas é infinita: desde as badaladas FLASH,FLEX, AJAX, RAILS, Prototype, passando por mais obscuras como DOJO, extJS, até as novas AIR, SILVERLIGHT, YUI e por ai vai. As RIAs (Rich Internet applications) estão para a nova onda marketeira chamada &#8220;web 2.0&#8243; (já tem gente falando da 3.0) como o o boom do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_jade" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.leohackin.com.br%252F2008%252F07%252Fes-rias-pegam-por-aqui%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22%5BES%5D%20RIA%26%23039%3Bs%20pegam%20por%20aqui%20%3F%20%23%22%20%7D);"></div>
<p>A sopa de letrinhas é infinita: desde as badaladas FLASH,FLEX, AJAX, RAILS, <a title="Conheça a Prototype" href="http://prototypejs.org/" target="_blank">Prototype</a>, passando por mais obscuras como DOJO, extJS, até as novas <a title="Conheça o ADOBE AIR" href="http://www.adobe.com/br/products/air/" target="_blank">AIR</a>, <a title="Conheça a Silverlight" href="http://silverlight.net/" target="_blank">SILVERLIGHT</a>, <a title="Conheça a YUI" href="http://developer.yahoo.com/yui/" target="_blank">YUI</a> e por ai vai. As <a title="Definição de RIA (Wikipedia EN)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rich_Internet_application" target="_blank">RIAs</a> (Rich Internet applications) estão para a nova onda marketeira chamada &#8220;web 2.0&#8243; (já tem gente falando da 3.0) como o o boom do PHP/ASP esteve para a transição de sites estáticos para dinâmicos.</p>
<p>O alarde é muito, mas será que realmente isso pega ou já pegou por aqui ?<span id="more-11"></span></p>
<p>Olhando um breve histórico da internet capixaba, podemos situar o verdadeiro boom de customização de informação e gerenciamento destas como sendo um fator relativamente novo no mercado, assim como o BOOM de agências e empresas voltadas para esse segmento do mercado.</p>
<p>Embora recente, a maturação do mercado capixaba de internet apresentou um salto quantitativo de qualidade no que diz respeito a qualidade tanto de arquitetura de informação quanto de soluções tecnológicas. O que se vê hoje são produções mais voltadas à usabilidade do público, e não à simples vaidade do cliente/designer. Soluções tecnológicas mais voltadas ao resultado do que a idéia simplista de &#8220;pioneirismo&#8221; ou &#8220;queremos ganhar um prêmio&#8221; num mercado onde não existe pioneirismo e sim uma contínua convergência de funcionalidades já existentes numa &#8220;fachada&#8221; mais otimizada, funcional e claramente fácil de ser utilizada pela onda de novos usuários que entram na internet todos os dias.</p>
<p>E onde vemos RIA por aí ? <strong>Não vemos.</strong></p>
<p>Exceto pela publicidade (com banners em flash, vídeo, audio e por ai vai que se apoiam geralmente de ferramentas voltadas para RIA), as soluções para o &#8220;feijão com arroz&#8221; da internet (não é só aqui, mas em quase todo lugar) embasadas numa filosofia de RIA ainda são uma realidade distante. <strong>Culpa da agência/designer? </strong>A culpa geralmente são dos <strong>clientes</strong>.</p>
<p>Convencer e vender sempre foi uma arte, ainda mais num estado onde a pexinxa impera. Convencer e vender algo abstrato como um website então &#8230; ainda é um desafio num mercado recente e que não está completamente lúcido sobre o que significa &#8220;internet&#8221; em seus negócios, seja como agregador de valor, seja como ferramenta competitiva &#8230; até mesmo como principal produto!</p>
<p>Junte a falta de lúcidez ou devida importância dada à algumas cifras adicionais ao projeto do cliente (custo mais que justificável para desenvolver uma ferramenta RIA autêntica) e tudo vai por água abaixo, seja isso especificado como opcional ou mesmo diluído no orçamento. Se for opcional, geralmente o cliente vai dizer <em>&#8220;funciona? se funciona, eu quero o mais barato!&#8221;.</em></p>
<p>Parte do fato da ausência de RIA&#8217;s no estado pode-se atribuir também à onda <strong>marketeira </strong>do &#8220;web 2.0&#8243;. Vendia-se (e ainda vende-se) as vezes gato por lebre, ou melhor dizendo um punhado de solicitações <em><a title="XMLHttpRequest" href="http://en.wikipedia.org/wiki/XMLHttpRequest" target="_blank">XMLHttpRequest</a></em> com alcance funcional restrito a população de campos por RIA.</p>
<p>Outro fator é a confusão entre RIA e web 2.0 (ou sejá lá o que as pessoas gostem de chamar essa onda colaborativa que fundamentou o termo). Um aplicativo RIA não justifica, por si só, que um aplicativo também é web 2.0 &#8230; e o contrário é mais que verdadeiro: vários aplicativos da dita  &#8220;leva de aplicações web 2.0&#8243; nem ao menos tem ferramentas de RIA implementadas. Se muito, um Ajax aqui ou ali.</p>
<p>Ou seja: vender um site repleto de Ajax por toda página não quer dizer que ele seja um aplicativo web 2.0 &#8230;</p>
<p>Felizmente, o mercado hoje está bem melhor: os webdesigners evoluiram para designers de interface, os programadores &#8220;UParam&#8221; para desenvolvedores e as agências estão muito mais antenadas do que rola lá foda em termos de tecnologia e metodologia (esta última, ainda não muito difundida infelizmente).</p>
<p>Resumo da ópera: enquanto o mercado não estiver $$preparado$$ para a RIA, a internet (ao menos capixaba) ainda vai tender à projetos de interatividade síncrona. É tempo de estudar bastante, ver oportunidade, capacitar-se e quando &#8220;tirarem o escorpião do bolso&#8221; correr pro abraço.</p>
<p>Simbora!</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.leohackin.com.br/2008/07/es-rias-pegam-por-aqui/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
