A Giran está contratando! :)

13 de agosto de 2009 por Léo Hackin 1 comentário

Copiado do blog do Jeveaux =)

Há pouco tempo pude compartilhar minha enorme felicidade com o lançamento da Giran Soluções e Ensino com todos vocês dois leitores, e desde lá estamos trabalhando duro, literalmente ralando por aqui. Cada dia, cada entrega, cada projeto e contrato conquistado são alegrias enormes e, sempre comemoradas com muito entusiasmo. Agora estamos abrindo nosso primeiro processo de seleção, estamos crescendo!

A Giran é uma empresa nova, jovem, descontraída e muito, muito comprometida com seus objetivos. Trabalhamos de forma ágil, usamos Scrum internamente e nos projetos dos clientes, além de várias práticas de Extreme Programming, inclusive TDD e programação em pares. Aversão à estas práticas não é um bom diferencial :)

Neste processo de seleção nós não estamos procurando especialistas e nem donos da verdade, aqui na Giran nós usamos de tudo um pouco. Cada profissional tem uma especialidade ou ’sabor preferido’, nós também temos as nossas e sabemos valoriza-las, mas estamos interessados especialmente em profissionais multi-disciplinares, que sejam capazes de desenvolver, analisar, testar e arquitetar com diferentes linguagens e tecnologias, ou que ao menos estejam dispostos a trabalhar desta forma. Como trabalhamos com Internet, conhecimentos em Javascript, CSS, XHTML, mashups com APIs de terceiros, etc, serão um bom diferencial.

É importante que o candidato saiba que prezamos muito pela qualidade do que fazemos, nós estudamos os códigos um dos outros e nos respeitamos por isso, aprendemos muito assim. Nosso principal objetivo é a qualidade máxima, nós não viramos noite trabalhando e mesmo assim entregamos software no prazo, testado e funcionando muito bem, obrigado! Por isso estamos procurando pessoas com esse perfil: comprometidas, organizadas, que saibam trabalhar muito bem em equipe e que prezem pela qualidade do que fazem.

Por último, e talvez mais importante: todos nós somos nerds, geeks, apaixonados por tecnologia e super atualizados com as últimas novidades da Internet e do mercado. Nossa equipe é jovem, irreverente, descontraída e em constante evolução. São pessoas com esse perfil que estamos procurando.

A empresa oferece contratação com salário de mercado (não o do mercado capixaba), plano de benefícios e outros incentivos como cursos e treinamentos (especialmente aulas de inglês), um iMac ou Macbook (sim, gostamos da maçã por aqui) exclusivo para você, e claro vaga garantida nas partidas de xbox360. Estamos localizados em Jardim da Penha, Vitória-ES.

Se você acha que se enquadra, mande um email para mim (contato at giran.com.br) com seu currículo e os nomes dos 3 últimos livros técnicos que você leu. Diga se você sabe quem é o Taurin e qual sua ocupação, afinal de contas você está indo para Giran Castle Town.

Não pense que estamos procurando apenas profissionais experientes e de altíssimo nível: se você é estudante e tem pouca ou nenhuma experiência mas gosta de ler e aprender sobre coisas novas você não está fora! Escreva pra gente.

Agrupando casos de teste no SimpleTest

26 de julho de 2009 por Léo Hackin 1 comentário

Aloha,

Primeiramente, obrigado ao pessoal pelas belas palavras de incentivo e tudo mais: é esse tipo de coisa que nos empolga pra continuar trabalhando e estudando duro.

Em nosso post de iniciação no SimpleTest, criamos um caso de teste completo de uma calculadora. Relembrando nossa telinha bonita do caso de teste…

ishot-1

Agora vejamos … e se por exemplo, tivéssemos não apenas uma calculadora em nossa aplicação, mas também uma agenda de compromissos, uma agenda de contatos, um wiki, um mural de recados e … enfim, se nossa aplicação fosse composta por N classes como faríamos para rodar os casos de teste unitários de TODAS AS CLASSES ?

Na TDD, como vimos antes, escrevemos todos os testes antes de começarmos a implementar nossa aplicação em si: quando pensamos “rodar os testes” isso se aplica à todas as classes e funcionalidades que possam gerar erros em nossa aplicação.

Ai você: “Rapaz, vou ter que acessar teste por teste como fiz com a calculadora? Mamãe, eu tenho 253 casos de uso!!!!”

Imagina só se você executar, URL por URL ou comando por comando, 253 casos de uso. =/

Pensando nisso, a SimpleTest disponibiliza um recurso de agrupamento de casos de teste chamado de Test Suite. Esse recurso permite agrupar vários casos de testes numa só classe, facilitando e permitindo a execução desses testes com uma só chamada.

Seria como um script de checagem, onde cada item seria um caso de teste:

Checagem do carro

  1. Checar Óleo
  2. Checar Rodas
  3. Checar Água Carburador
  4. Checar itens de segurança

A test suite funciona exatamente assim, executando cada caso de teste na ordem que você desejar: o “check list” roda e no final você tem todos as falhas que ocorreram, separadas por caso de test e método. :)

Codando!

Bom, vamos supor que vamos ter uma aplicação composta por 5 classes: ClasseA, ClasseB, ClasseC, ClasseD e ClasseE. Cada uma delas tem suas próprias implementações e vamos ter que fazer casos de testes que testem elas individualmente.

Para ilustrar o funcionamento, vamos escrever um método para todas as classes chamado Dizer: esse método deverá receber a uma string e retornar “Estou dizendo ” concatenado com o que você passou como parâmetro. Exemplificando


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Vamos botar esse método em todas as classes apenas para simularmos as passagens e não passagens de teste delas. hehhehe

Bom, partindo do pressuposto que você esteja com o SimpleTest instalado e com nossa estrutura de arquivos do artigo de iniciação à ele, vamos escrever o caso de teste da ClasseA que será salvo dentro da nossa pasta tests e terá o nome de classe_a_test.php.


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Relembrando um pouco:

  • Fazemos o include do arquito autorun.php para automatizar nossos testes;
  • Fazemos o include da classe que vai ser testada
  • Implementamos a classe de teste iniciando por “Test” afim de que a SimpleTest execute-a automaticamente;
  • Criamos o método testDizer para testar o método dizer da nossa ClasseA;
  • Fazemos um assertIdentical que executará nosso método dizer passando “Muito Bacana” e esperará como resultado algo IDENTICO à “Estou dizendo Muito Bacana”;

Beleza, agora vamos rodar nosso teste …

Imagem14

Como era esperado (espero) nosso teste deu pau porque não escrevemos nossa ClasseA ainda em arquivo algum. Então, vamos escrevê-la e salva-la dentro da pasta classes com o nome de classe_a.php:


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Agora, vamos rodar novamente nosso teste:

Imagem15

Massa demais! Fizemos novamente um caso de teste. Até ai nenhuma novidade.

Agora o exercício braçal: crie os casos de teste para a ClasseB. ClasseC, ClasseD e ClasseE lembrando que:

  • Classes da aplicação devem ser salvas dentro da pasta classes
  • Classes dos casos de teste dentro da pasta tests

Após a criação delas, faça os testes (jura?) e veja se está tudo ok.

Criando nossa suite de testes

Agora que executamos todos os testes de forma separada, vamos junta-los em nossa suite para faze-los todos de uma vez só.

Vamos criar nossa suite de testes no arquivo all_tests.php e salva-lo na pasta tests junto com todos os nosses casos de uso.


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Explicando nosso script:

  • fazemos o include de simpletest/autorun.php para fazer rodar nossos testes
  • fazemos os includes de todas os casos de testes que usaremos na suite
  • criamos uma classe AllTests que extende TestSuite, que por sua vez é a classe que será responsável pelo agrupamento e execução de todos os testes
  • criamos um método AllTests que fará a execução dos casos de teste
  • Nomeamos a suite de testes com o nome All tests com o método $this->TestSuite;
  • Adicionamos então todos os nossos casos de teste com o método $this->addTestCase, instanciando o objeto de cada classe de teste

Agora, basta rodar:

Imagem2

Pronto! Nossa suite agrupou nossos testes (que eram cinco ao todo, cada um com um método de teste) e executou todos de uma vez. A lógica da suíte é você inserir os testes conforme seu contexto e sua necessidade de agrupamento de testes. Para incluir, basta repetir o procedimento já feito no arquivo da suíte:

  • faça o require_once do arquivo php do caso de teste
  • inclua o caso de teste com $this->addTestCase

E se algum teste falha-se ? Vamos fazer o teste da ClasseB falhar. Para isso altere a classe B para para retornar algo que não seja “Estou dizendo ” mas sim “Eu vou dizer “: com isso, nosso teste vai falhar. Após alterar a classeB, rode a suite de testes novamente:

Imagem3

Como pode ser visto, nossa suite de testes dá o erro exetamente onde ele aconteceu: no nosso caso, a suite de testes que chamamos de All tests reportou o erro do caso de teste TestOfClasseB no método testDizer. Maneirasso não ?

Nossa suite mostra todas as falhas por caso de teste. Simples e rápido.

E vamos às considerações

A forma que fizemos a construção da nossa suite de testes está diferente da forma em que o próprio site da SimpleTest (http://www.simpletest.org/en/start-testing.html) mostra em sua página inicial no Quick Start dele, que está diferente do link que deveria ser a mesma explicação mais detalhada, mas não é. Se olharmos o script de test suite do quick start teremos, aplicando ao nosso exemplo, teríamos:


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Concerteza é um jeito mais prático: ao invés de fazer-mos os includes dos casos de testes e fazermos os instanciamentos dos mesmos no addTestCase, requerendo mais programação, simplesmente podemos incluir o teste com um addFile. E isso realmente funciona. :) Mas infelizmente não sem algumas adaptações no código.

Se quiser re-escrever sua suite de testes nesse formato, se atente ao fato que o SimpleTest aparentemente trabalha com a suite de testes acessando os caminhos absolutos dos arquivos e se perde quando referenciamos nossos arquivos, mesmo que eles estejam na mesma pasta tests. Para contornar isso, coloque a inclusão do arquivo de classe no caso de testes e a referência ao arquivo do caso de teste na suite com seus caminhos absolutos. Vamos isso na classeA por exemplo:

Na classe_a_test.php teríamos:

1
require_once($_SERVER['DOCUMENT_ROOT'] . '/app_tdd/classes/classe_a.php');

E na nossa suite all_tests.php seria re-escrita como:


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Espero que tenham gostado e no próximo post falaremos um pouco sobre MockObjetcs. ;)

Até lá.

Certified Scrum Master: 1º curso oficial no Espírito Santo

21 de julho de 2009 por Léo Hackin Nenhum comentário :(

A Giran está trazendo o 1º Curso Oficial de Certified Scrum Master (CSM) para terras capixabas, fruto da parceria entre a Giran e a AdaptWorks. Com certeza esta é uma grande oportunidade para todos que querem aprender mais e se especializar em SCRUM e, claro, dar um belo upgrade no currículo.

banner_scrum

As inscrições já estão abertas e o curso será ministrado nos dias 05 e 06 de novembro, em Vitória, dependendo do número de inscritos atingir a quantidade mínima. Ele será ministrado num lugar compatível com o número de inscritos e tem duração de 16 horas.

O curso inédito no Espírito Santo será ministrado pelo instrutor Alexandre Magno, da AdaptWorks, único instrutor certificado pela Scrum Alliance no Brasil. O curso é um sucesso no Brasil inteiro e altamente requisitado em vários estados, tanto pelo fato de ser um curso oficial quanto por ser a porta de abertura para quem deseja não apenas conhecer mas também se certificar nessa metodologia ágil.

O participante ganha ao final do curso um certificado de Scrum Master, que é o início para a especialização na metodologia e associação na Scrum Alliance.

Para garantir sua vaga, envie um e-mail para contato@giran.com.br com seus dados de contato ou ligue para 27 3026-0264. Entraremos em contato para informar sobre o curso, preço, modos de pagamento e outros detalhes.

Mais detalhes sobre o curso no blog da Giran.

Léo Hackin agora no iMasters

17 de julho de 2009 por Léo Hackin 2 comentários

Olá a todos,

Post rápido sobre uma novidade bacana e que me deixou bem feliz essa semana: fui convidado a ser um articulista no portal iMasters. O primeiro artigo a ser publicado lá foi o Iniciando com o SimpleTest e a idéia é ter alguns dos posts que coloco aqui sendo publicados lá.

Agradeço à equipe da iMasters pela honra e espero que possamos distribuir conteúdo legal e relevante pelos próximos tempos por ai.

Simbora! :D

Iniciando com o SimpleTest

2 de julho de 2009 por Léo Hackin 25 comentários

Salve people,

Vamos iniciar hoje uma pequena jornada à terras que possivelmente muita gente só viu/leu em sites especializados e muito pouco comentadas em PHP: a terra do desenvolvimento orientado a testes, ou TDD.

Se você não sabe ou nem faz idéia do que é TDD, dê uma procura no Google pois existem dezenas de sites muito bacanas destilando idéias e tudo mais sobre isso.

Em poucas palavras, TDD (Test Driven Development) é um técnica de desenvolvimento de software que nos diz que devemos escrever os testes antes de escrever o código da aplicação propriamente dito.

Inicialmente isso parece meio louco: afinal, você sempre testa DEPOIS de escrever seus programas ou durante, enquanto debuga tudo, correto ? Mas com o passar do tempo, a verdadeira natureza e vantagem do TDD, quando aplicada corretamente, se faz presente.

Você se torna capaz de antecipar a detecção e correção de várias falhas, reduzindo dramaticamente o tempo gasto com correções em cima de implementações muito complexas já praticamente no final do seu cronograma.

Hoje em dia, existem várias frameworks que auxiliam nessa tarefa de escrever testes. O foco aqui é algo que poucos sites (principalmente em português) abordam de forma prática que é o uso da SimpleTest, uma framework para testes unitários que vem ganhando o espaço antes ocupado pelo PHPUnit.

No decorrer dos próximos posts sobre o SimpleTest, você poderá adquirir um pouco de conhecimento que poderá ser útil em seus futuros projetos. Então, vamos simbora.

Instalando o SimpleTest

A instalação do SimpleTest em si é muito fácil.

  1. Baixe a versão mais atual do SimpleTest no site http://www.simpletest.org (a versão que usaremos nessa sequência de tutoriais é a 1.0.1). A framework é composta por uma pasta simples;
  2. Descompacte o arquivo dentro de sua aplicação. Para fins de organização, vamos criar uma pasta “tests” na raíz de nossa aplicação e descompactar o zip/tar do SimpleTest lá: ao descompactar você verá uma pasta chamada simpletest sendo criada.

Em tese, nossa aplicação pode ter qualquer estrutura de diretórios. O SimpleTest funciona tanto com functions como com classes. Vamos abordar o uso de classes, dado que o TDD é amplamente usado em sua maioria em soluções OO (Orientadas a Objeto) e acho que já passou da hora da comunidade PHP pensar OO. :D

Partindo desse pressuposto, vamos criar a pasta “classes” na raíz de nossa aplicação: lá iremos botar todas as nossas classes que serão usadas nos testes.

Teremos então, uma estrutura de arquivos como abaixo:

imagem5

A pasta app_tdd é a pasta onde está nossa aplicação: uma pasta criada dentro do meu htdocs (raíz do Apache).

Se o seu servidor web estiver instalado com configurações padrão, provavelmente você poderá acessar usando: http://localhost/app_tdd

Nosso problema: uma calculadora

Com o SimpleTest “instalado” em nossa aplicação e nossa estrutura de diretórios resolvida, vamos escrever nosso primeiro caso de teste.

O cenário de nossa aplicação é uma calculadora: nossa calculadora conseguirá efetuar apenas a operação de soma.

Com uma análise rápida do problema, já nos vem à cabeça que:

  • Uma classe chamada “Calculadora” com um método chamado “soma”;
  • Nosso método soma recebendo dois números
  • Nosso método retornando o valor da soma entre os dois números

Nossa abordagem não TDD seria: vamos fazer a classe, implementar o método e depois testa-lo em uma página teste. Correto ? Num primeiro momento isso seria ótimo: afinal, o código e complexidade das classes inicialmente são lindos.

Mas imagine agora sua aplicação crescendo e crescendo: classes extendendo e usando outras classes. Você extende a Calculadora, outra classe utiliza o método soma e você vai testando apenas “o que vem depois”.

Num dado momento, você tem um resultado incorreto de soma: uma entrada incorreta de parâmetros, um deles ser uma letra e não um número, termos uma passagem de um objeto ao invés de um número propriamente dito … De quem é a culpa ? Da classe nova, que esqueceu de filtrar a entrada de parametros ? Do designer, que esqueceu de limitar a entrada dos valores no form para apenas números ? Do outro programador, que foi descuidado e não validou se os dados passados eram realmente números antes de chamar a soma ?

Enfim, temos N cenários onde a detecção do erro pode ser muito custosa, seja pelo método para encontra-lo (que varia do debug minucioso ao “achismo”) e/ou pelo custo em termos de tempo para concerta-lo. Tudo isso pode gerar um custo/prejuízo que seria reduzido com a implementação do pensando TDD.

Pensando primeiro em testes

Mentalize: “Quais as situações que podem quebrar meu método soma? Se acontecer, como devo tratar esse erro ?”

Com base nesse pensamento, podemos deduzir:

  • Para somar, nossa calculadora terá que receber sempre dois números;
  • A soma sempre ocorre entre dois números, nunca entre letras, objetos ou qualquer coisa que não seja exatamente um número;
  • Se algo der erro, devo retornar falso;

Interessante! Não implementamos nenhuma linha de nossa solução e já sabemos:

  • Que vamos precisar de uma classe (Calculadora) com um método de soma;
  • Sabemos que o método deverá receber dois parâmetros que deverão ser sempre números;
  • Que se for passado qualquer coisa que não sejam dois números, eu devo retornar falso;

Bom, então vamos implementar a classe ? Não, pequeno gafanhoto: vamos implementar primeiro os testes, porque é com base neles que vamos ter certeza que nossa classe se comportará exatamente como pensamos que ela deve se comportar sob os mais diversos cenários.

Escrevendo nosso primeiro teste

Implementar um teste com SimpleTest é, como o nome já diz, “simples”.

Vamos criar todos os nossos testes dentro da pasta tests. Para cada classe que tivermos que testar, vamos criar um caso de teste (unit test case) que será representado em um arquivo php.

Então, nosso primeiro caso de teste será o calculadora_test.php. O nome do arquivo não tem um padrão de nomenclatura, mas por convenção usa-se sempre nomedaclasse_test.php.

calculadora.php -> calculadora_test.php

A estrutura inicial do nosso arquivo calculadora_test.php será a seguinte:


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Pronto! Nosso caso de teste da classe Calculadora está feito. Para testa-lo, vamos apontar o browser para http://localhost/app_tdd/tests/calculadora_test.php. O resultado será:


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Ops! Não criamos nossa classe ainda, por isso obtemos esse erro. Quando disse que escrevemos testes antes de implementar nossa lógica, estava falando sério. =)

Vamos criar nossa classe Calculadora então.


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Legal, agora vamos acessar nosso caso de teste denovo.

imagem6

Uhu! Funfou!!!

Analisando o código:

  • fazemos o include de dois arquivos:
    • o arquivo autorun.php é o arquivo que faz a “mágica” acontecer: é ele quem roda os testes e exibe os resultados, portanto deverá sempre estar no seu caso de teste;
    • o outro arquivo é a classe que desejamos usar no teste, no caso calculadora.php
  • Criamos uma classe chamada TestOfCalculadora extendendo UnitTestCase, que será a classe que o SimpleTest usará para fazer o teste. É obrigatório que a classe inicie com o nome “test” para que o SimpleTest execute automaticamente a mesma como um caso de teste. Existe uma forma de faze-lo sem iniciar o nome com “test”, mas isso não vem ao caso agora.

Maneiro né ? Mas como puderam notar, nosso caso de teste não testa nada ainda. Hahahah

Vamos adicionar agora um teste: o teste vai verificar se a soma está realmente “somando” dois números. Para isso, devemos adicionar um método à nossa classe de testes. Vamos chamar esse teste de “testSomaDoisNumerosInteiros“, onde vamos passar dois números inteiros esperando que a soma deles esteja correta.

Usar nomes grandes assim no nome do método são uma boa prática, já que deixam os testes mais legíveis na hora de rodar o caso de teste.


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Como visto, temos nosso método testSomaDoisNumerosInteiros que instancia nossa classe Calculadora e depois executa um método chamado assertEqual. Esse método é o responsável por testar nossa soma. Ele significa:

Verifique se a chamada $calculadora->soma(1,1) retornará um resultado igual à 2

Se a chamada retornar qualquer coisa diferente de dois, nosso teste irá falhar, indentificando que algo de podre está acontecendo em nosso método soma.

Se rodarmos esse script teremos enfim:

imagem1

Tivemos uma falha. Traduzindo a mensagem de forma prática:

O seu teste testSomeDoisNumerosInteiros, do caso de teste TestOfCalculadora, falhou porque NULL (que foi retornado pela chamada ao nosso método soma) não é igual a 2 (que seria nossa resposta esperada).

A resposta para isso é que ainda nem implementamos nosso método soma. Mas vejamos que nesse ponto já sabemos exatamente como deve ser comportar nosso método para o funcionamento com dois números. :)

Vamos implementar nossa classe então:


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Com nosso método agora implementado, vamos executar nosso caso de teste denovo.

imagem2

Agora sim! Temos um caso de teste funcional que testa uma classe implementada. Parabéns por chegar até aqui.

Nesse ponto, já temos conhecimento suficiente para escrever vários casos de teste para nossas classes. Um caso de teste pode conter vários testes diferentes: cada teste é feito através de um método da classe do caso de teste.

Revisando aquelas possibilidades de cenário que poderiam “quebrar” nossa calculadora, já testamos se a soma está correta. Agora, podemos testar as possibilidades que podem gerar um erro na calculadora.

Uma delas é se passarmos letras no lugar de números: haviamos combinado que nessa situação, devolveriamos falso para o resultado, correto ? Então, vamos escrever o teste: vamos chama-lo de “testSomaNaoNumeros“:


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Adicionamos essa função à nossa classe. Rodamos nosso teste novamente e …

imagem3

Previsivelmente, temos um erro pois nosso método soma ainda não verifica se os parâmetros recebidos são números válidos. Ai você irá pensar:

Mas eu vou escrevendo os testes e vou implementando toda a minha lógica de negócio ao mesmo tempo ?

A TDD tem uma característica bacana, que anda de mãos dados ao refactoring: a TDD nos diz que devemos SIM escrever os testes primeiro e fazer as classes “passarem no teste” usando o mínimo de código possível: se a lógica for complexa, retorne uma resposta “hardcode” para “enganar” o teste e depois faça o refactory do código.

O refactory deve ser feito apenas depois de todos os testes serem feitos, pois nesse ponto você terá certeza de como o funcionamnento de sua classe atenderá a todos as respostas que são requisitadas nos testes como “corretos”.

Pensando nisso, vamos fazer nosso método soma “passar” no teste:


GeSHi Error: GeSHi could not find the language phplines (using path /home/leohackin/www/wp-content/plugins/codecolorer/lib/geshi/) (code 2)

Agora, vamos rodar nosso teste.

imagem4

Blz! Nosso teste passou, mas testamos apenas se os valores são inteiros e se forem, efetuamos a soma. Se não forem, a gente retorna false, como nosso teste pediu. Podemos depois refatorar isso: verificar se o valor é uma string com um número dentro e por ai vai.

Finalizando

Você pode estar se perguntando: “Uai, mas podemos ter muito mais ocasiões que podem quebrar a soma! Podemos também extender algumas funcionalidades e exibir mensagens de erro”.

Tivemos uma amostra do que é o SimpleTest em seu cenário mais simples: apesar do tamanho do post, o conceito e a aplicação são bem simples como puderam ver.

Além do assetEqual, a SimpleTest tem um set de ações enorme de validações, além de recursos mais avançados, como suites, mocks e web tests que veremos em breve.

Crie outras classes, pense nos testes, escreva seus casos de teste e vá executando: com a prática isso vai ficar tão automático que o ganho com a diminuição dos testes e bugs no final da aplicação vão ser notórios.

Testes nos tornam programadores melhores. Pense nisso.

Algumas coisas para se pensar quando começar a abordar isso:

  • Não precisamos escrever TODOS os testes: é completamente normal se esquecermos algo ou houver alguma necessidade de mudança de negócio do cliente que nos fará escrever novos testes ou re-escrever os existentes. Tenha em mente que o TDD é para ajudar e não para ser mais uma fase carrancuda e intransponível no desenvolvimento;
  • A análise para chegar aos casos de teste faz bem ao início do projeto: com essa abordagem, você pode fazer perguntas ao cliente (e ele a você) sobre algumas coisas que possívelmente só apareceriam no final do projeto gerando assim muito re-trabalho;

Bom, por enquanto é isso pessoal. No próximo post falaremos um pouco sobre agrupamentos de teste e partir para um exemplo mais complexo. :)

Espero que tenham gostado do post.

Simbora! :D

1º Curso Oficial de Scrum Master do ES

29 de junho de 2009 por Léo Hackin 2 comentários

Que rufem os tambores: é com imenso prazer que anuncio que a Giran está trazendo para o estado o 1º Curso Oficial de Scrum Master (CSM) para terras capixabas. Fruto da parceria entre a Giran e Caelum, nossa parceira em cursos Java, vai ser uma puta oportunidade para todos que quiserem ter esse belo upgrade no currículo.

As inscrições já estão abertas e o curso será ministrado em setembro, dependendo do número de inscritos atingir a quantidade mínima. Ele será ministrado num lugar compatível com o número de inscritos e tem uma duração de 16 horas.

O curso inédito será ministrado pelo instrutor Alexandre Magno, da AdaptWorks, único instrutor certificado pela Scrum Alliance no Brasil. O curso é um sucesso no Brasil inteiro e altamente requisitado em vários estados, tanto pelo fato de ser um curso oficial quanto por ser a porta de abertura para quem deseja não apenas conhecer mas também se certificar nessa metodologia ágil.

Sim! O participante ganha ao final do curso um certificado de Scrum Master, que é o início para ir se especializando na metodologia e ir tentando as certificações mais avançadas junto à Scrum Alliance.

Para garantir sua vaga, envie um e-mail para contato@giran.com.br com seus dados de contato. Entraremos em contato para informar sobre o curso, preço, modos de pagamento e afins.

Mais detalhes sobre o curso, em breve no blog da Giran (http://blog.giran.com.br).

Simbora.

Dica de chave do model no CakePHP

28 de junho de 2009 por Léo Hackin Nenhum comentário :(

Estava rascunhando algumas coisas e fazendo umas melhorias num sistema na Giran, quando lembrei de duas perguntas que haviam sido feitas no 1º Workshop PHP-ES sobre CakePHP.

Aproveitando que lembrei delas mas não tinha a resposta na ponta da língua, ai vai uma dica sobre chaves primárias para ser feita no model de sua app. Isso está explicito no Cookbook, mas não muito à mão para quem está começando ou nos bilhares de screencasts existentes. ;)

Modificando a chave primária ID

Se você está portando uma base de dados que já exista e que não segue a nomenclatura padrão do CakePHP, onde a chave primária da tabela é sempre chamada por id, utilize o atributo primaryKey do seu model para usar outro campo.

class Cliente extends AppModel {

var primaryKey = "CdCliente";

}

Zonas de Convergência nos Games

19 de junho de 2009 por Léo Hackin 4 comentários

Essa semana o mundo geek da tecnologia parou para conferir a E3 2009, a maior feira de entretenimento eletrônico do planeta. A feira é a oportunidade perfeita para as empresas lançarem produtos, tirarem onda e principalmente mostrarem o que está por vir.

Claro que como nerd/geek tarado por video games (um dia ainda vou ganhar grana com isso) eu pirei com todos os jogos e tecnologias que estão por vir. Mas nada se compara a extremamente grata surpresa proposta pela (cof,cof) Micro$oft.

Sim, a Micro$oft: na época que todo mundo duvidava dela quando o Xbox chegou pra bater de frente com consoles como o PS2, eles botaram pra quebrar com o XBOX 360. O fato dele ter sido “destravado” primeiro foi um impulso e tanto aqui no Brasil, movido pela pirataria, pra todo mundo compra-lo: o PS3, quem diria, perdeu espaço pra ele e pro Nintendo Wii.

A Nintendo, depois de amargar uma “menopausa tecnológica”, emplacou o Nintendo Wii, com um detalhe ignorado num mundo por tempos regido mais pelo processamento do videogame do que suas formas de iteração: a forma de controle do jogo.

Sem um controle de duzentos botões como seus concorrentes, impeditivo e carrancudo para muitos “mortais”, o Nintendo Wii primou pela simplicidade em seu controle, mas de uma forma inusitada: o controle com quase nenhum botão mas com uma forma de iteração por movimento que revolucionou o mundo do video game.

Quem já teve uma experiência num Wii pode dizer que não existe nada igual. A liberdade é impressionante e a forma de iteração com os jogos um trunfo: foi a volta dos jogos simples pra família inteira jogar, sem se preocupar com aquela monstruosidade de botões. Hoje, até o papai e a mamãe podem jogar finalmente, como nos bons tempos do Atari. O video game enfim voltou a ser uma “diversão família” novamente.

Isso era impressionante até a E3 2009, quando a M$ apresentou o Project Natal: uma forma de iteração que não usará nem controles físicos, nem botões. O Project Natal vai permitir a iteração pura e simplesmente por captação de movimentos e voz! oO

Confesso que havia MUITO tempo que não ficava abismado com algo: desde os tempos do primeiro iPhone, do Ubiquity, do Google Earth e do próprio Wii, eu não sentia aquela sensação que dá vontade de falar “Puta queo pareo!”.

O projeto se baseia em camêras, sensores e um microfone para que a pessoa possa iteragir com o game. Game ??? Agora cheguei ao ponto que queria chegar.

Que os video games estão aos poucos se tornando portas viáveis para os mais diversos tipos de aplicação ja é notório: os jogos educativos foram o início dessa revolução, mas hoje com o advento das conexões de banda larga em praticamente todos os video games, as atualizações e customizações das característica dos games, como novos personagens, fases, músicas e afins, deram um poder INFINITO de extensão dos jogos.

E-learning aplicado à tantas áreas que não conseguiria enumerar aqui, RPGs com cunho educativo, MMORPGs sociais com “quests” do tipo “Estude isso, faça a prova para ganhar tal coisa”. É tanta coisa que passa na minha cabeça que eu poderia ficar aqui por dias digitando.

Com o Project Natal extrapolamos a simulação imperfeita das ações do jogo, baseado em botões e direcionais, para uma simulação muito mais perfeita. O chute na bola vai ser mecânico e corporal, diferente da combinação de botões+direcional ou mesmo situações fisicamente irreais.

Agora imaginem só as seguintes situações:

  • Você jogando um RPG ou jogo de tiro de primeira pessoa, onde você pode olhar para qualquer direção, trocar de arma movendo os braços, atirar mirando na pessoa que quiser …
  • Um RPG onde você ao inves de clicar num NPC (aquela galera que você conversa para saber informações no jogo), dizer perto dele “Ei, posso falar com você?” e ele lhe responder prontamente. Mais que isso, um RPG inteligente que ao invés de lhe dar informações já pre-definidas, possa responder mais “humanamente” a uma pergunta qualquer, mesmo que sem sentido;
  • Um jogo de xadrez onde vc move as peças do seu sofá;
  • Jogos de aeróbica e exercícios físicos;
  • Um Guitar Hero onde você toca Air Guitar e ainda por cima ele conta como nota o quanto você “agitou e quebrou tudo no palco”. Ohhh Yeah;
  • Jogos infantis onde a criança vai iteragir com os personagens para aprender coisas falando com os personagens: o personagem pergunta “Ei Fulano, quando é dois mais dois?” … “Isso! Você acertou”. Esqueçam as cartilhas;

Será que estamos às portas de uma revolução não apenas dos video games e do entretenimento eletrônico, mas de uma revolução na forma da distribuição de conhecimento por uma mídia tão potencialmente multi-facetada como a dos video games ?

Eu estou pagando pra ver! :)

Back to Earth!

5 de junho de 2009 por Léo Hackin 4 comentários

minha_mesaSalve pessoal,

Quanto tempo eu não voltava por aqui. As coisas andam corridas pra caramba: abertura e correria inicial da Giran, mudança pra um AP novo, organização do workshop PHP-ES, viagem ao Falando em Java 2009, abandono de alguns sonhos e adoção de outros. Justifico aqui a sumida master do blog e peço desculpas aos que acompanham algo de útil por aqui.

Mas foi tudo por uma ótima causa e eu acho que sobrevivi. E claro que estava com saudades de tudo por aqui. Estou com umas duas páginas de idéias de posts pra escrever e acho que essa próxima semana vai ser re-início de uma época que o blog era referência devido às idéias discutidas: mais que apenas técnico, o blog já foi e sempre será ideológico, seja isso um agregador ou não de idéias. =)

Não posso deixar de agradecer especialmente ao grande Jeve, Ana, Coradin, GB, Felipete, Keilinha e minha família por toda luz, alegria e compreensão até aqui: essa nova fase da minha vida tem sido muito bacana e espero sempre poder compartilhar com vocês o que tiver de melhor. Vocês hoje são minha GRANDE família e vocês (espero) sabem disso.

A Giran foi um sonho de longa data que felizmente nasceu com uma das pessoas que mais considero na vida: Jeve, você é o cara. (Carneirin, fica ciume não rapá).

Meus alôs pro pessoal do CEJUG, pro Rafael Carneirin, Loiane, Léo França, Paulin Rodrigues, Léo “Nariz/Jesus” Zamprogno, Marcelo “Robs” Aquino, Cabralito (meu nego),  Almir M3nd3s, Reinaldo JuniorZ, Gersão, família Evictus, galera Metal e por ai vai.

Vocês todos, meu muito obrigado pela existência: sem vocês, decididamente a vida teria bem menos motivos pra rir continuamente.

Simbora!!!!!!

Convite 1º Workshop PHP-ES

14 de maio de 2009 por Léo Hackin 2 comentários

É com muita alegria que a comunidade PHP do Espírito Santo – PHP-ES – convida a toda a comunidade capixaba de desenvolvedores, gerentes de TI, estudantes, curiosos e a quem interessar para participar do 1º Workshop PHP-ES.

O Workshop PHP-ES é um evento regional totalmente dedicado à divulgação e disseminação da linguagem de programação PHP no ES. O evento acontece pela primeira vez, fruto da vontade dos usuários de grupo de PHP?ES em ter um evento exclusivo sobre PHP, afim de promover o interesse regional pela linguagem.

O Workshop PHP-ES será realizado no dia 30/05/2009, sábado, no período de 13h até as 18h no Anfiteatro da UVV – Centro Universitário de Vila Velha – Campus Boa Vista.

As inscrições são GRATUITAS e OBRIGATÓRIAS, pois o número de vagas é limitado, e dão direito ao recebimento do certificado de participação e aos SORTEIOS de vários brindes. Convocamos todos os participantes a trazerem 1kg de alimento não-perecível que será doado a uma instituição.

Segue a grade do evento:

13:00h – 13:40h – Credenciamento
13:40h – 13:50h – Abertura
13:50h – 14:50h – Nadando em Dinheiro com AJAX e jQuery [Reinaldo de Souza "JuniorZ"]
15:00h – 16:00h – Desenvolvimento ágil com Smarty [Gerson Novais]
16:00h – 16:30h – Intervalo
16:30h – 17:30h – CakePHP [Leonardo "Hackin" Freire]
17:30h – Fechamento

Informações e inscrições podem ser feitas em: http://www.php-espiritosanto.com.br/

Equipe organizadora do Workshop PHP-ES

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